Secretaria mobiliza educadores para a Semana Pedagógica 2019

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Com o objetivo de planejar o ano letivo de 2019, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia realizará, entre os dias 4 e 8 de fevereiro, a Semana Pedagógica, em todas as unidades escolares da rede estadual de ensino. Como parte das ações, nesta quarta-feira (16), às 8h, será realizada uma videoconferência no Instituto Anísio Teixeira (IAT), que será retransmitida para todos os Núcleos Territoriais de Educação (NTEs), para que gestores e professores participem das discussões.

Este ano, a Semana Pedagógica terá como tema “Pilares para a garantia do direito de aprender: currículo, formação, acompanhamento e avaliação”. Durante a Semana Pedagógica, professores, gestores e coordenadores pedagógicos irão discutir ações e atividades para a melhoria da aprendizagem, além de avaliar o conteúdo e estratégias de articulação entre os projetos e o currículo.

 

O superintende de Políticas para a Educação Básica do Estado, Ney Campello, falou da importância da iniciativa. “O nosso objetivo central é discutir uma mudança dos indicadores educacionais nas escolas públicas do Estado e, por isso, elegemos como tema esses pilares que são: currículo, formação, acompanhamento e avaliação. No currículo, nós vamos discutir uma requalificação da oferta; na formação, nós vamos discutir a utilização mais eficiente pela escola das atividades complementares; no acompanhamento, nós vamos realizar a discussão com a escola para acompanhar a cada unidade letiva por seus resultados; e, por fim, na avaliação, nós vamos buscar propor novas estratégias de avaliação que colaborem para a elevação do sucesso escolar”, destacou.

 

A programação da Semana Pedagógica inclui: apresentação da linha do tempo “Escuta Inspiracional à elaboração do Currículo Bahia”; apresentação dialogada para saber como fica o planejamento da unidade escolar a partir das orientações gerais do Currículo Bahia e, também, referente às orientações pedagógicas para o acompanhamento da aprendizagem dos estudantes. Outros destaques são oficinas sobre temas como Refletindo sobre competências e habilidades; Refletindo sobre Aprendizagem contextualizada no século XXI, Avaliação da aprendizagem e Trajetórias de sucesso escolar.

 

Videoconferência

Na videoconferência, que contará com a participação de gestores da Secretaria da Educação do Estado, os educadores irão refletir sobre qual a melhor metodologia para que a jornada aconteça em fevereiro. O propósito é apresentar conceitualmente o modelo de Semana Pedagógica, além de orientar os gestores sobre a metodologia voltada à discussão desses quatro pilares.

Começa dia 22 a matrícula na rede estadual de ensino

Renovação de matricula 2018 - Caroline Jesus

O calendário de matrícula para o ano letivo da rede estadual de 2019 começa na terça-feira (22) e prossegue até o dia 29 deste mês. O primeiro dia será destinado à transferência dos estudantes da rede estadual. O processo será feito presencialmente em qualquer unidade escolar ou pela internet pelo Portal da Educação(www.educacao.ba.gov.br). Para fazer a transferência, via internet, o estudante deverá utilizar o Código de Matrícula, que ele recebeu na sua escola de origem, ou se dirigir a qualquer escola estadual. O mesmo vale para o estudante cuja escola de origem não oferecerá a série subsequente.

 

Já na quarta (23) e na quinta (24), a matrícula será para os concluintes do 5º e do 9º ano do Ensino Fundamental das redes municipais de ensino. A matrícula poderá ser feita em qualquer colégio da rede estadual e via internet para os alunos da capital baiana e de mais 59 municípios, conforme lista abaixo e disponível no Portal da Educação. “Dobramos o número de municípios participantes do processo de matrícula via web, em relação à matrícula do ano passado, quando tivemos somente 26 cidades”, destaca a diretora de Atendimento da Rede Escolar, Eliana Carvalho.

 

Na sexta-feira (25), a matrícula será para os novos alunos do Ensino Fundamental vindos da rede particular de ensino ou de outros Estados e que passarão a integrar a rede estadual. O processo será feito somente presencialmente, em qualquer escola estadual. Já a segunda (28) e a terça (29) serão reservadas para os novos estudantes do Ensino Médio que vêm da rede particular ou de outros Estados. A matrícula, neste caso, também só poderá ser feita presencialmente, em qualquer colégio da rede, e se dará nas diferentes modalidades, como exemplo Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos.

 

Por fim, os estudantes com necessidade especial (deficiência, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação, com ou sem diagnóstico comprovado) que fizeram a inscrição na pré-matrícula, no mês de novembro, deverão comparecer à unidade escolar indicada no cadastro no dia 31 (quinta-feira) para a entrega da documentação exigida para a consolidação do processo.

 

Documentação – Para a efetivação da matrícula, deverão ser apresentados na unidade escolar os seguintes documentos: original do Histórico Escolar ou do Atestado de Escolaridade (que deve ser substituído pelo original do Histórico Escolar em até 30 dias); original e cópia da Cédula de Identidade ou Certidão de Nascimento; original e cópia do CPF; original e cópia legível com data recente do comprovante de residência (água, luz, telefone fixo ou móvel, gás encanado, Internet, contrato de aluguel, IPTU e cartão de crédito ou TV por assinatura). Neste ano, se tornou obrigatória a apresentação da original e cópia da Carteira de Vacinação para estudantes com até 18 anos.

 

O ano letivo de 2019 começará no dia 11 de fevereiro e se encerrará no dia 16 de dezembro, totalizando uma carga horária mínima de 800 horas, distribuídas em 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado à avaliação fina.

 

Matrícula pela INTERNET

Concluintes do 5º e 9º ano do Ensino Fundamental – Salvador

 

Concluinte do 9º ano do Ensino Fundamental

 

1- Abaré

  1. Acajutiba
  2. Aiquara
  3. Alagoinhas
  4. Baixa Grande
  5. Barreiras
  6. Barro Preto
  7. Barrocas
  8. Bom Jesus da Lapa
  9. Cairu
  10. Camaçari
  11. Camamu
  12. Carinhanha
  13. Chorrochó
  14. Coribe
  15. Dario Meira
  16. Dias d’Ávila
  17. Eunápolis
  18. Feira de Santana
  19. Firmino Alves
  20. Gloria
  21. Gongogi
  22. Guaratinga
  23. Ibiassucê
  24. Iguaí
  25. Ipirá
  26. Itaberaba
  27. Itororó
  28. Jequié
  29. Jitaúna
  30. João Dourado
  31. Lamarão
  32. Lauro de Freitas
  33. Luís Eduardo Magalhães
  34. Macaúbas
  35. Macururé
  36. Madre de Deus
  37. Maiquinique
  38. Mata de São João
  39. Matina
  40. Nilo Peçanha
  41. Nova Ibiá
  42. Paulo Afonso
  43. Pindobaçu
  44. Pirai do Norte
  45. Potiragua
  46. Porto seguro
  47. Riachão
  48. Do Jacuípe
  49. Riacho de Santana
  50. Santa Cruz da Vitória
  51. Santaluz
  52. São Gabriel
  53. Serra do Ramalho
  54. Serrinha
  55. Simões Filho
  56. Tapiramutá
  57. Vitória da Conquista
  58. Xique-xique

 

 

Foto: Ilustrativa

 

Secretaria da Educação do Estado ofertará mais de 2 mil vagas para formação de professores em 2019

A Secretaria da Educação do Estado ofertará 2.872 vagas para a formação de professores da rede estadual em instituições de Ensino Superior, em 2019. A iniciativa faz parte do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), gerenciados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que desenvolve cursos de nível superior e de pós-graduação por meio da modalidade de Educação a Distância (EAD). Ao todo serão cursos distribuídos em 20 polos, ofertados por 10 instituições de Ensino Superior. As inscrições estão previstas para iniciarem em fevereiro nos sites das instituições com cursos de especialização, bacharelado, licenciatura, tecnólogo, em áreas de Cultura, Ciência, Tecnologia, Ciências Naturais e Linguagens.

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O subsecretário da Educação do Estado, Nildon Pitombo, explicou que houve um alinhamento com as instituições ofertantes para que os cursos estivessem vinculados às demandas do novo perfil de oferta da rede estadual de ensino. “Nós privilegiamos especializações e graduações na área da Cultura em sintonia com ações da Secretaria da Educação, como o projeto Escolas Culturais. Trazemos a novidade de cursos específicos das Ciências Naturais, aprofundando diversos tópicos neste campo como prevê o Plano Estadual e Nacional de Educação, com ofertas de Química e Biologia, na Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIFASV)”, destacou. Outros destaques para 2019 serão cursos de Gestão em Saúde, Tecnologias Digitais, Gestão de Escolas do Campo, Direitos Humanos, com foco nos estudos étnico raciais. “Ainda em diálogo com os municípios estaremos ofertando cursos de Administração Pública”, ressaltou o subsecretário.

 

As formações buscam o aperfeiçoamento dos educadores em alinhamento com diretrizes da Secretaria no sentido de fortalecer o eixo pedagógico das escolas. “Fundamentalmente queremos promover a melhoria da atuação dos professores em determinados campos, que são chaves nos Planos Estadual e Nacional de Educação, sobretudo na educação digital, no aperfeiçoamento do ensino de Ciências Naturais, onde temos pouco aprofundamento nas escolas sobre o assunto em todo Brasil e na questão da cultura, com a licenciatura de Música Popular Brasileira e Teatro. Outro ponto é o bacharelado em Biblioteconomia para criarmos um quadro que possa contribuir para a organização das bibliotecas escolares. Nessa parceria tivemos uma boa resposta das instituições, sejam as universidades estaduais e federais, e do Instituto Federal da Bahia (IFBA)”, contou Pitombo.

Estudantes da rede estadual têm até segunda-feira para renovar matrícula para o ano letivo de 2019

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Os estudantes da rede estadual que frequentaram regularmente o ano letivo 2018 têm até a próxima segunda-feira (17/12) para realizar a renovação da sua matrícula. O processo poderá ser feito presencialmente nas escolas, bem como por meio do sistema on-line da Secretaria da Educação do Estado, disponível no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br). Para isto, a carta de renovação entregue pela unidade escolar aos alunos deverá ser devolvida, obrigatoriamente, à Secretaria Escolar, mediante protocolo, sob pena de o aluno perder a vaga na unidade escolar.

O calendário de matrícula para o ano letivo de 2019 acontece de 22 a 29 de janeiro de 2019. Se a escola em que o aluno está regularmente matriculado em 2018 não oferecer a série subsequente para o ano letivo seguinte, o estudante recebe uma carta informativa com um código para fazer a sua matrícula pela internet, no próximo dia 22 de janeiro.

Esta data é reservada à transferência de estudantes da rede estadual de ensino, que também poderá ser feita presencialmente em qualquer escola da rede estadual. Uma novidade é que a apresentação do cartão de vacina dos estudantes até 18 anos de idade se tornará obrigatório no ato da matrícula, mesmo não se tornando impedimento para que o ato aconteça.

Em relação ao estudante com necessidade especial (deficiência, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação, com ou sem diagnóstico comprovado), a confirmação de matrícula vai ocorrer no dia 31 de janeiro de 2019, para a entrega da documentação na unidade escolar indicada no cadastro de pré-matrícula (ocorrida nos dias 29 e 30 de novembro).

O ano letivo de 2019 começará no dia 11 de fevereiro e se encerrará no dia 16 de dezembro, totalizando uma carga horária mínima de 800 horas, distribuídas em 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado à avaliação final.

erviço de Atendimento à Rede em Ambiências Hospitalares e Domiciliares já atendeu mais de 1.200 estudantes na Bahia

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O Serviço de Atendimento à Rede em Ambiências Hospitalares e Domiciliares (SARAHDO), da Secretaria da Educação do Estado, já atendeu a 1.260 estudantes nessa modalidade de ensino, desde quando foi implantado em 13 de junho deste ano, com a inauguração da primeira Classe Hospitalar, no Hospital Professor Roberto Santos, em Salvador. Os resultados do SARAHDO, que também já funciona plenamente em Ilhéus, Itabuna e Feira de Santana foram apresentados nesta quinta-feira (13), para gestores escolares e professores durante o I Colóquio da rede estadual na modalidade hospitalar e domiciliar, no Instituto Anísio Teixeira (IAT).
Durante o colóquio, o superintendente de Políticas para a Educação Básica da Secretaria Estadual da Educação, Ney Campelo, fez um balanço sobre o trabalho realizado ao longo de seis meses de trabalho. “A obrigatoriedade da modalidade a partir de um decreto do governo federal mostra que nos antecipamos a essa legislação. Hoje, o serviço é um projeto sólido, que começou pelos hospitais públicos de porte e deverá chegar às policlínicas e a instituições que atendem estudantes da escola pública, como os núcleos de apoio contra o câncer. A repercussão tem sido muito positiva não só na garantia do direito à escolaridade para essas pessoas que estão afastadas por razões médicas, como também na formação dos professores para atuarem no ambiente hospitalar ou domiciliar”.
O diretor Diógenes Ribeiro, do Colégio Estadual Sete de Setembro, no bairro de Paripe, representando o Fórum de Diretores do Núcleo Territorial de Educação (NTE 26) destacou que o programa tem transformado a realidade de dois estudantes desta unidade escolar. “É com muita alegria que vejo este trabalho. Como educador e diretor de escola, acredito na inclusão da Educação e o Sete de Setembro aprendeu isto. Temos dois alunos que estão recebendo atendimento domiciliar e eles estão tendo o seu percurso formativo garantido graças à política educacional de inclusão”.
SARAHDO –  A coordenadora da Modalidade das Classe Hospitalar e Domiciliar da Secretaria da Educação, Veruska Poltronieri, destacou que os principais objetivos do programa é matricular os alunos-pacientes que nunca frequentaram a escola e seus acompanhantes; assegurar os jovens e adultos hospitalizados ou enfermos e acompanhantes a continuidade de seus estudos; e reintegrar os alunos-pacientes após alta médica nas suas escolas de origem. “Este colóquio visou apresentar a toda a rede estadual os primeiros resultados dos trabalhos realizados desde a implantação desta política pública, bem como os seus marcos legais com a instituição da portaria nº 7.569 da Secretaria da Educação, que normatiza a autonomia da gestão do nosso trabalho, como estabeleceu o MEC na Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 13.716, que tornou obrigatório a atendimento pedagógico educacional hospitalar e domiciliar aos educandos enfermos”, destacou Veruska.
A rede estadual de ensino conta com classes hospitalares e domiciliares em funcionamento no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador; no Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus; nos Hospitais Manoel Novaes e Calixto Midlej e nos Grupos de Apoio à Criança com Câncer e ao Paciente Oncológico, em Itabuna; nos  Hospitais Estadual da Criança e Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, além de atendimentos domiciliares.

Alunas indígenas e professores da rede estadual passam por formação para multiplicar projeto que incentiva a continuidade dos estudos

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Estudantes e professores da Educação Indígena da rede estadual e lideranças comunitárias estão reunidos no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, com o objetivo de conhecerem o projeto Malala e ganharem formação, de modo que possam atuar como multiplicadoras em suas aldeias, na defesa dos seus direitos. Desenvolvido pela Associação Nacional de Ação Indigenista (ANAÍ) e por estudantes indígenas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com a Secretaria da Educação do Estado da Bahia, o projeto visa incentivar a educação secundária de meninas indígenas adolescentes que abandonaram a sala de aula. O evento termina na quinta-feira (13), quando será lançado o guia “Junte-se a Malala e amplie a sua voz”, uma ferramenta para a atuação na defesa da educação desse público feminino e gerar transformações.

 

A indígena Iakirana Batista Santos, 18 anos, do município de Muquém do São Francisco, uma das participantes da capacitação, conta que chegou a concluir o Ensino Médio, mas não deu continuidade aos estudos. “Eu gostaria muito de retornar à sala de aula, fazer uma faculdade. Então, acredito que este projeto será um incentivo importante. Estou ansiosa por novos conhecimentos para levar para a minha comunidade”, disse. A cacique Maria Kiriri Ferreira dos Santos, líder comunitária na região, também comemorou a iniciativa do Malala. “Estou com muita expectativa de levar para o meu povo este incentivo à educação de meninas que precisam voltar à escola para se sentirem empoderadas”.

 

A formadora Vanessa Pataxó, 22, estudante do curso de Fisioterapia na UFBA, conta que acompanha o projeto Malala desde a visita da paquistanesa Malala Yousafzai, fundadora do Malala Fund (Fundação Malala), que se tornou, em 2013, a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz. “Acompanho o Malala desde então e tem sido uma experiência muito interessante, principalmente porque participo de um grupo de pesquisa indígena na universidade. Pretendo contribuir com a formação destas meninas, aqui presentes que, por sua vez, serão multiplicadoras de conhecimentos”.

 

Representando a Coordenação da Educação Indígena da Secretaria da Educação do Estado, Marilene Pataxó falou sobre a motivação da parceria com o projeto Malala. “Estamos apoiando o projeto da ANAÍ para que acontecesse este momento de capacitação das meninas, que serão monitoras nas suas comunidades no trabalho que será encaminhado por professores e lideranças indígenas. Entendemos que esse empoderamento é algo que vai fortalecer a identidade dos indígenas, aumentar os seus conhecimentos tradicionais e científicos e levantar a sua autoestima. Como o Malala foca nas meninas que abandonaram os estudos, este é um momento oportuno de incentivo para que elas voltem a estudar e as que estão recebendo formação vão poder ser multiplicadoras nas suas aldeias.

Ações dos projetos – A coordenadora do Malala, Ana Paula de Lima, explicou que as ações do projeto estão organizadas em três eixos: diagnóstico, realizado a partir dos

 

dados oferecidos pela Secretaria da Educação para a produção de informações qualitativas sobre as necessidades e aspirações das meninas; formação, sobre temas como direitos humanos, questões de gênero e legislação da educação escolar indígena; e campanha, por meio da qual serão desenvolvidas iniciativas de reivindicação e de sensibilização para a melhoria do acesso e da qualidade do ensino para meninas indígenas. “A Fundação Malala tem o propósito trabalhar com educação de meninas principalmente em países que têm um contexto mais difícil de educação, como nas comunidades indígenas e quilombolas, nas quais há um maior número de evasão escolar”.

 

A representante do Fundo Malala no Brasil, Maíra Martins, completou que a proposta de trabalho da Fundação Malala e da ANAÌ, por meio do projeto Malala, não visa sobrepor nem substituir as ações de responsabilidade formal do poder público em educação escolar indígena. “Ao contrário, visa construir ou aproveitar esferas de diálogo e de parceria com instâncias do poder público, da iniciativa privada e das organizações e do movimento indígena, no sentido da obtenção dos objetivos comuns pelo acesso e pela qualidade da educação secundária de meninas indígenas”.

Secretaria da Educação do Estado entregará segunda-feira o documento referência para o Currículo Bahia

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A Secretaria da Educação do Estado entregará, na segunda-feira (10), ao Conselho Estadual de Educação, um currículo de referência para o Estado da Bahia nas etapas de Educação Infantil e de Ensino Fundamental, à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A entrega do documento acontecerá, às 10h, durante a 19ª Reunião dos Conselhos de Educação da Bahia, que prossegue até terça (11), na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no bairro do Cabula, em Salvador.

O currículo terá a proposição de novas competências e habilidades associadas às expectativas e demandas da infância, adolescência e juventude do século XXI. O processo de elaboração do documento de referência começou com o apoio de consultores e redatores. Além disso, foi constituído um comitê de governança com várias instituições, como o Conselho Estadual de Educação (CEE) e a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), que funcionou durante todo o ano. A Secretaria da Educação do Estado também realizou consulta pública para colher sugestões dos diferentes segmentos e recebeu mais de 200 mil contribuições.

O superintendente de Políticas para a Educação Básica da Secretaria da Educação, Ney Campello, explica que a implementação será progressiva para todas as redes de ensino. Ele destaca a importância desta construção e do regime de colaboração entre Estado e municípios. “Esta construção coletiva comprova que o Estado permanece tão atento e responsável com o Ensino Fundamental que entregará este valioso documento para ser implementado nas escolas e isso mostra que o Estado continua corresponsável por esta etapa de ensino”, completa Ney Campello.

 

Reunião do Conselho de Educação – Com o tema “BNCC e sistemas: atribuições dos Conselhos de Educação’, a Reunião dos Conselhos de Educação da Bahia deverá reunir cerca de 400 integrantes dos Conselhos Estadual e Municipais de Educação da Bahia para alinhar as ações e debater sobre o processo de implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considerando as responsabilidades no que tange às orientações das novas diretrizes curriculares, especificamente, as atribuições normativas.

Secretaria da Educação do Estado mobiliza estudantes para inscrições no SISU

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A Secretaria da Educação do Estado está  mobilizando os estudantes concluintes do Ensino Médio para que se inscrevam no Sistema de Seleção Unificada (SISU), que acontece no período de 22 a 25 de janeiro. É através do SISU, do Ministério da Educação, que as instituições públicas de Ensino Superior oferecem vagas a candidatos a partir das notas do Ensino Nacional do Ensino Médio (ENEM). Para tanto, ações de sensibilização serão promovidas neste final do ano letivo para que os estudantes possam utilizar o sistema e buscar ingressar nos diferentes cursos ofertados por instituições baianas, a exemplo das universidades estaduais (UESC, UEFS, UNEB e UESB) e das federais, como a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

 

De acordo com o superintendente de Políticas para a Educação Básica do Estado, Ney Campello, técnicos da Educação, em parceria com representantes de instituições como a UFBA, visitarão turmas do 3º ano do Ensino Médio nas escolas estaduais para socializar informações sobre esta via de acesso ao Ensino Superior. “Diferentemente do que muita gente pensa, existem vagas de acesso às universidades em cursos bastante concorridos como é o caso de Medicina e que poderiam ser preenchidas pelo SISU. Então, é fundamental que os nossos estudantes acessem o SISU, se inscrevam, acompanhem as notas de corte, o resultado final e a lista de aprovados. Isso também acaba sendo um estímulo a mais para que os estudantes compreendam a importância dos estudos no Ensino Médio e da preparação para o ENEM”, destacou o superintendente.

 

ENEM 100% - Segundo o superintendente, a sensibilização para o SISU fortalece o projeto ENEM 100%, ação estratégica da Secretaria que amplia a preparação dos estudantes para o exame e compreende etapas como: mobilização nas unidades escolares, inscrição e registro dos inscritos e fortalecimento das aprendizagens com o ciclo de Aulões.  Além disso, a Secretaria da Educação do Estado disponibiliza mais de seis mil conteúdos digitais educacionais no Ambiente Educacional Web, no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br). São conteúdos de todas as disciplinas das áreas de conhecimento e de todos os níveis de ensino, produzidos e/ou catalogados por educadores da Rede Anísio Teixeira.

 

Saiba mais sobre o SISU: http://sisu.mec.gov.br/

Consulta pública para currículo de referência na Bahia recebe mais de 200 mil contribuições

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação e em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME/BA), irá oferecer, a partir do ano letivo de 2019, um currículo de referência para o Estado da Bahia nas etapas de Educação Infantil e de Ensino Fundamental, à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Para colher sugestões dos diferentes segmentos, a Secretaria abriu uma consulta pública que recebeu mais de 200 mil contribuições.

 

O currículo, que se encontra em fase de elaboração e sistematização, terá a proposição de novas competências e habilidades associadas às expectativas e demandas da infância, adolescência e juventude do século XXI. O processo de elaboração do currículo de referência começou com o apoio de consultores e redatores. Além disso, foi constituído um comitê de governança com várias instituições, como o Conselho Estadual de Educação (CEE) e a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), que funcionou durante todo o ano. “Esta construção coletiva comprova que o Estado permanece tão atento e responsável com o Ensino Fundamental que entregará este valioso documento para ser implementado nas escolas e isso mostra que o Estado continua corresponsável por esta etapa de ensino”, destaca o superintendente de Políticas para a Educação Básica do Estado, Ney Campello.

 

Para chegar ao documento, a Secretaria da Educação do Estado realizou consulta pública on-line e presencial, quando foram feitas, inclusive, as validações da primeira versão apresentada do documento de referência. A previsão é a de que a segunda versão do currículo referencial seja entregue na próxima segunda-feira (10) ao Conselho Estadual de Educação, que fará as observações para eventuais modificações normativas. Depois, o processo de implementação na rede estadual será desencadeado já na Jornada Pedagógica 2019, que acontece antes do início do ano letivo.

 

O superintendente Ney Campello disse que a implementação será progressiva para todas as redes de ensino. “Nós estamos discutindo a estratégia para saber quais mecanismos usaremos para essa implementação, como simpósios, seminários e debates, no âmbito das unidades escolares. Nós estamos apresentando um currículo referencial básico para que não percamos a concepção de sistema entre o Estado, os municípios e a rede privada, mas cabe à rede privada e cada município fazerem as suas necessárias adequações e implementações”, concluiu.

Secretaria da Educação do Estado orienta sobre devolução de livros didáticos

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Com a aproximação do final do ano letivo da rede estadual de ensino, a Secretaria da Educação do Estado orienta as unidades escolares sobre a devolução dos livros didáticos entregues aos alunos e professores dos anos finais dos Ensinos Fundamental e Médio. A devolução é imprescindível, pois os mesmos serão reutilizados por outros estudantes no ano letivo de 2019.

Segundo a coordenadora do Livro Didático e Biblioteca da Secretaria da Educação do Estado, Alessandra Santana, cada unidade escolar deve incentivar a boa conservação do material didático, bem como adotar medidas para estimular as devoluções. “As escolas deverão fazer campanhas em sala de aula para a devolução dos livros didáticos e estabelecer como prazo final o período de renovação de matrícula, que segue até o dia 17 deste mês. É importante frisar que a campanha de cuidado, preservação e conservação deve ser realizada durante todo o ano letivo”, destacou.

Outra orientação é quanto ao controle dos livros devolvidos. “As unidades escolares deverão tomar nota de quantos livros foram devolvidos, quais títulos e séries. Com base nestas informações, é possível saber quais e quantos livros serão necessários para fazer a reposição seja por remanejamento e ou por reserva técnica”, salientou a coordenadora.

Segundo a coordenadora não há necessidade de recolher os livros consumíveis, ou seja, aqueles que geralmente possuem atividades para serem respondidas pelos estudantes no próprio livro e, por conta disso, não podem ser reutilizados, como são os casos de alguns livros de Línguas Estrangeiras, Filosofia, Sociologia e Artes. Para saber se o livro é reutilizável ou consumível, basta verificar a quarta capa do livro, onde consta esta indicação.